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Viajando no mundo das cores

A arte de correr na chuva

>>  terça-feira, 1 de setembro de 2009

“Com o poder da sua mente,
determinação, instinto e experiência,
você pode voar muito alto”.
Ayrton Senna

A arte de correr na chuva de Garth Stein é antes de tudo uma história de amor, aborda a importância de valorizarmos nossas experiências diárias, um amor incondicional e a força que existe dentro de nós. Este cachorro irá te mostrar o que é lutar por um ideal.

O livro é narrado por Enzo, um cachorro que sabe que é diferente dos outros: um filósofo com alma humana. Enzo é um terrier que vive em Seatle com seu dono, Denny Swith, um piloto de corridas. Ele acompanha toda a trajetória de vida de Denny, todas suas conquistas e suas muitas dificuldades.

Enzo estará ao lado de Denny em sua luta para ser um piloto profissional de sucesso, em seu encontro com Eve e o nascimento da filha do casal. Às vezes o que deixa Enzo muito frustrado é o fato de por ser um cachorro, não poder falar e ajudar aqueles que tanto ama, mais ele irá encontrar formas de ser ouvido.

O autor, que é fá do automobilismo, faz uma homenagem ao nosso Ayrton Senna. Ele compara a vida com uma corrida de carros. Em algumas partes achei exagerado o foco em torno deste assunto e o estereótipo de Enzo, também como um fã de corrida.

Acima de tudo, é uma história de luta e superação, que mostra como vencer obstáculos e enfrentar a vida de maneira heróica. Não espere nada parecido com Marley & Eu e suas trapalhadas; Enzo nos faz chorar (muito) mais também nos faz sorrir, se apaixonar, me fez perguntar o será que meu cachorro tenta me dizer algumas vezes...

“Sempre me senti quase humano. Sempre soube que havia algo em relação a mim que era diferente dos outros cachorros. Certo, estou preso no corpo de um cachorro, mais trata-se apenas da carcaça. O que está dentro é o que é importante. A alma. E a minha alma é muito humana.”

“Fecho meus olhos e, meio sonolento, escuto vagamente enquanto ele faz as coisas que costuma fazer todas as noites antes de dormir. A escova, a torneira, a descarga. Tantas coisas. As pessoas e seus rituais. Às vezes elas se apegam tanto às coisas!”

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