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Viajando no mundo das cores

Entrevista - Eduardo Spohr

>>  terça-feira, 2 de novembro de 2010

Ele não acredita em inspiração e defende, como Albert Einstein, que a imaginação vale mais do que o conhecimento. Na obra A batalha do Apocalipse, Eduardo Spohr usa magistralmente sua imaginação para contar uma fantástica e envolvente história da humanidade, em que alia elementos do mundo real – onde descreve com detalhes vários lugares do planeta – à fantasia e à aventura. 

Filho de um piloto de aviões e de uma comissária de bordo, teve a oportunidade de viajar pelo mundo, conhecendo culturas e povos diferentes, o que, segundo ele, o ajudou a ver que a não podemos tomar a nossa visão do mundo como absoluta. 

Nesta entrevista exclusiva ao Viagem Literária, Spohr releva um pouco sobre si mesmo, suas obras e sonhos. Boa leitura!

Oi, Eduardo, 
Primeiramente gostaria de agradecer pela entrevista e pela disponibilidade em participar do projeto aqui no site.

Como foi o início de sua carreira como escritor de ficção? Fale um pouco sobre as pessoas que o incentivaram e das suas inspirações literárias.
Eduardo Spohr - Uma grande inspiração pra mim foram os filmes. O cinema sempre me transmitiu as mensagens que eu precisava ouvir, e dentro deste contexto Star Wars foi uma obra importantíssima. Na literatura, minhas inspirações vieram não tanto pelo cenário ou trama, mas pelo estilo literário. Robert E. Howard, James Clavell, José Louzeiro e Stephen King são só alguns exemplos.

Li em sua biografia que você conheceu boa parte do mundo em viagens com sua família quando era mais novo. Qual a importância deste fator para escrever um livro como A batalha do Apocalipse, que descreve minuciosamente vários lugares do mundo (apesar de que alguns deles não existem mais)?
Eduardo Spohr - Na verdade as viagens me ajudaram a conhecer outros povos e culturas, me ajudando a ver que a não podemos tomar a nossa visão do mundo como absoluta. 

Como surgiu a ideia para escrever A batalha do apocalipse? Li na internet que tudo começou com um jogo de RPG, não é? Por favor conte um pouco sobre este processo...
Eduardo Spohr - Surgiu após eu assistir do filme “Anjos Rebeldes”. Na época eu já era apaixonado pelos quadrinhos da linha Vertigo, que aborda temas semelhantes. Usamos o RPG para criar alguns personagens próprios e a história foi tomando vida.

Imagino que todos devem perguntar isto, mas você sofreu críticas com relação ao enredo do livro sobre a abordagem religiosa? Minha avó me disse: “isso de anjos matando pessoas não está certo”... (rs)
Eduardo Spohr - As criticas existem, mas geralmente daquelas pessoas que não leram. Mesmo os religiosos, quando se despem do preconceito e leem a obra, entendem que se trata de uma obra de ficção. 

Para quem ainda não leu a obra, fale um pouco sobre o livro e dos (meus) dois personagens favoritos: Ablon e Shamira.
Eduardo Spohr - Ablon e Shamira são criaturas imortais, e o que os liga é que são renegados de suas sociedades – Ablon, renegado da sociedade dos anjos, e Shamira, renegada da sociedade mortal. Daí surge o amor entre eles.

A batalha do apocalipse foi publicado inicialmente de forma independente, até ser descoberto e lançado pelo selo Verus, da Record. Como foi ver o seu livro na lista dos mais vendidos da Veja, com edição esgotada e sendo um dos grandes sucessos da Editora na Bienal SP?
Eduardo Spohr - Uma surpresa total. Mas o mais importante do que a minha alegria, é saber que a mensagem está chegando a mais e mais pessoas, é ver o sucesso como um estímulo para outros autores brasileiros de fantasia.

Uma das coisas que mais me impressionaram na obra foi a narração impecável e a descrição minuciosa de pessoas e lugares. Você é formado em comunicação, mas tem que ser um pouco historiador também para contar a história do mundo? Como foi o processo de pesquisa?
Eduardo Spohr - Fiz uma pesquisa atenta, mas sempre digo que a pesquisa não pode ser mais importante do que a trama e os personagens. Se a história não for boa, a pesquisa de nada vale.

Percebi durante a leitura uma crítica às atitudes do homem em relação ao mundo, caminhando para uma guerra que extinguiria a humanidade. Pessoalmente, você acredita no Armageddon? ^^ 
Eduardo Spohr - O Apocalipse, o Armagedon, essas coisas são metáforas para a gente entender o curso do mundo. 

Você tem outros projetos literários em andamento? Seu próximo livro abordará a temática dos anjos? As moças podem esperar um pouquinho mais de romance? Ablon e Shamira mereciam uma cena mais hummm caliente (rsrs).
Eduardo Spohr - Podem sim. Há outros livros sendo produzidos.   Por enquanto é segredo :-)

Ablon, Apollyon, Lúcifer, Miguel etc, ficaram fantásticos na telinha. Este é um livro que eu decididamente gostaria de ver no cinema. O que você acharia do livro virando um filme? 
Eduardo Spohr - É um sonho distante, mas sonhar não custa nada. 

Um breve bate-papo:

Quando escrevo... à tarde
O que me inspira... Inspiração não existe
No meu tempo livre... Séries, cinema, RPG.
Não saio de casa sem... Saber para onde vou
Estou lendo... “Eu, Robô” 
Meu livro de cabeceira é... “1984”
Sou fã de... Fantasia e FC
Não gosto de... Papo furado
Meu maior sonho é... Viver do que acredito
Não viveria sem... Criar
Estou à procura de... Experimentar o mundo
Meu personagem preferido é... Ablon
A batalha do apocalipse é para mim... Um sonho
Uma frase... “A Imaginação vale mais do que o conhecimento” – Albert Einstein

Eduardo, quero agradecer novamente pela entrevista e pela oportunidade de conhecer você e a obra A batalha do apocalipse. Quer deixar alguma mensagem aos leitores do blog?
Eduardo Spohr - Eu que agradeço pela entrevista. Para quem leu ABdA, me escrevam com seus feedbacks. Suas críticas vão me ajudar a elaborar as próximas obras :-)


E para quem é daqui de BH, olhem que super novidade!! Dia 18 de novembro (quinta-feira) as 19:00hrs na Leitura do Pátio Savassi tem bate-papo e sessões de autógrafos com o autor!! Maiores informações AQUI. Vamos? ^^

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