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Viajando no mundo das cores

Mundo de Avalon: Caminho de Gnose

>>  terça-feira, 16 de novembro de 2010


LAW, Vincent. Mundo de Avalon: Caminho da Gnose. São Paulo: Editora Baraúna, 2010. 512p. (Mundo de Avalon, V.1).

“Além do mar
Tu irás encontrar
Seu próprio caminho
Sua sina, seu destino
Longe de casa, longe do lar
Na esperança de um dia poder voltar.”

Hoje vou falar de mais um lançamento nacional, o primeiro de uma série de 5 livros que tem como proposta um mundo completamente novo, cheio de magia, batalhas e romance. Em seu primeiro volume Mundo de Avalon: Caminho da Gnose de Vincent Law.

O mundo de Avalon é dividido em cinco nações que lutam batalhas sangrentas por centenas de anos. Estas nações - Império de Sililvânia, País de Argêntea, País de Silésia, Reino de Espéria e Reino de Ethernia - são comandadas por generais considerados os mais fortes entre os usuários de magia, conhecidos como Despertos. Os Despertos são os humanos que possuem dons e podem realizar magia. Eles são divididos por níveis de poder e os mais fortes podem sentir o nível do poder dos outros Despertos e conseguem localizá-los.

Nossa história começa no País de Silésia, na pequena Vila de Elência, onde vive Leon um soldado do império, mas que há três anos chegara à vila, sem memória de seu passado e lá fora aceito e fizera amigos. Leon tinha dezesseis anos, alto com cabelos negros e um enorme coração, pensava mais nos outros do que nele mesmo. Ele treinava magia com seus amigos Alex e Anna e eram orientados por Leório, pai de Alex.

Era um dia comum na vida de Leon, quando de repente Elência é atacada por soldados que estavam à procura da Princesa do Reino de Espéria. A princesa Helena estava desaparecida e acreditavam que havia sido seqüestrada pelo Império de Sililvânia.  O seqüestro da Princesa poderia colocar novamente os dois países em guerra, um golpe que interessava a algumas pessoas, enquanto outras tinham esperanças que enfim, aqueles reinos ficassem em paz.

Leon seguindo seus instintos de dirige a floresta e lá ele salva Helena de algumas criaturas inferiores e neste momento ela o reconhece. Leon reconhece Helena embora não consiga lembrar mais nada do seu passado, ela nada sabe sobre a vida dele. 

Leon e seus amigos querem se vingar do ataque a vila, mas resolvem ajudar Helena e levá-la de volta para seu pai. Eles então partem rumo a Espéria, para entregar a princesa e evitar uma guerra. Mas isso é só o começo desta jornada, alguns acontecimentos no Castelo culminam na fuga de todo o grupo.  Leon só quer proteger Helena, mas eles acabarão sendo perseguidos por soldados e acusados de seqüestro. Começa então uma jornada cheia de perigos, suspense e o início de alguns romances. 

Não sei se vocês conseguiram entender bem a trama e todo o enredo do livro, mas foi uma das resenhas mais difíceis que já escrevi. E não é porque a trama é complexa, nem pela grande quantidade de personagens e locais é porque o livro é muito confuso mesmo. Todo este mundo que foi criado pelo autor não foi bem explicado, a trama ficou sem nexo e muita coisa não da realmente para entender. 

A narração do livro é muito diferente, cheia de trechos em itálicos, excesso de citações e com muitos diálogos que algumas vezes não fizeram nenhuma falta para a história. Isso sem falar nos erros de português e concordância. Apesar da edição bem feita e do papel reciclado, uma boa revisão é imprescindível e me incomoda muito este tipo de problema.

Os personagens também não são bem desenvolvidos e embora eu tenha gostado de Leon, Helena e do romance que começa a surgir entre os personagens, faltou uma descrição adequada deles. É lugar demais, personagem demais e nenhum deles foi bem apresentado. 

É bem difícil falar tudo isso, ainda mais se tratando de um autor nacional. Mas a minha fidelidade está incondicionalmente com meus leitores. E este foi um livro que não me conquistou e eu sofri para ler até o final. Não acho que o fato de ser o primeiro livro de uma série seja justificativa para nada ser explicado, mas ai vai de cada leitor. 

Finalizando eu tenho lido muitos livros nacionais e tenho tido ótimas surpresas, mas acho que a gente deva ser sincera sempre na resenha, independente do livro, até porque esta é só minha opinião. E acredito ainda que para o autor seja sempre o início de uma caminhada e que os outros livros possam ser melhores, ninguém vai lançar o primeiro livro e achar que é tão bom quanto O senhor dos anéis não é?

Avaliação (1 a 5):

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