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Viajando no mundo das cores

Lonely Hearts Club - Elizabeth Eulberg

>>  terça-feira, 17 de maio de 2011

EULBERG, Elizabeth. Lonely Hearts Club. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca, 2011. 240p. Título original: Lonely Hearts Club.

“Eu, Penny Lane Bloom, juro solenemente nunca mais namorar enquanto viver.
Tudo bem, talvez eu reconsidere essa decisão em dez anos, ou algo assim, quando não estiver mais morando em Parkview, Illlinois, nem freqüentando a escola McKinley, mas, por hora, não quero mais saber de garotos.
São todos a escória da humanidade, mentirosos e traidores.
Sim, todos eles. A essência do mal.”

Este livro foi uma deliciosa surpresa para mim, comecei a ler sem muita pretensão e logo nas primeiras páginas já caí de amores pela narração, pela história e pelos personagens. Um teen chick-lit fofo e com uma narração divertida. Ao som dos Beatles venha comigo e conheça Lonely Hearts Club de Elizabeth Eulberg.

“O amor era um jogo tão fácil de jogar”
Penny Lane Bloom esteve por toda sua infância e começo da adolescência apaixonada por seu melhor amigo Nate Taylor, os dois cresceram juntos e ele era seu príncipe encantado. Agora que já estavam crescidos, aquilo deixara de ser brincadeira e ficara mais sério, e ela aguardava ansiosamente sua chegada para passar o verão em sua casa.

Porém, todos os seus planos e sonhos vão por água abaixo, quando Nate age como um idiota da pior espécie e destrói seu jovem coração apaixonado. Esta não era a primeira vez que se decepcionava com os garotos, mas se dependesse dela seria a última. Revoltada, cansada de ver as meninas sofrerem tanto por garotos que não merecem seu amor, ela resolve se inspirar nos únicos garotos que nunca a decepcionaram – John, Paul, George e Ringo – e cria um clube diferente  chamado “Lonely Hearts Club”.

Como fundadora e único membro do clube, Penny resolve que dali em diante ela não iria mais namorar, sairia com as amigas, se divertiria, mas os garotos estão decididamente riscados de sua vida. Nada de namorado, nada de encontros, nada de meninos duas caras em sua vida.

Mas, para sua surpresa, ela não é a única menina da escola McKinley que está cansada de ser colocada em segundo plano pelos meninos e logo suas amigas se tornam integrantes do clube. O que começa como um bate papo no horário de almoço e um encontro em sua casa para pizza e refrigerante, chega ao conhecimento de todos da escola e Penny fica famosa.

“Como posso tentar? Nunca vou vencer...”
Muitas meninas querem entrar para o clube, Penny é idolatrada por todas as que não querem ver um namorado nem pintado de ouro. Nunca. Jamais. Sem exceções. Porém, nem todos os garotos são a escória da humanidade, e o que fazer, quando se encontra um que pode realmente valer a pena?

Penny Lane cresceu no universo dos Beatles, seus pais são loucamente apaixonados pela banda, ela e as duas irmãs foram batizadas em homenagem as músicas do Beatles – embora as outras tinham tido mais sorte do que ela nesta escolha -  e foi ouvindo “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” que ela encontrou sua inspiração e criou o clube.

E o que era ser uma resolução pessoal acabou virando a atração da escola. Diana já havia sido sua melhor amiga, as duas eram inseparáveis, até que Diana começou a namorar Ryan e deixou a amiga de lado. E agora depois de terminar seu namoro, ela queria recuperar as amigas e participar do clube.

Tracy, agora a melhor amiga de Penny, vivia esperando encontrar o cara certo. Todo início de ano ela fazia uma lista com os melhores partidos do colégio, mas embora fosse muito bonita, ficava sempre sozinha por mais um ano. E ela é mais uma que acaba entrando para o clube, onde irá ser realmente valorizada.

E com elas muitas outras garotas vão se juntando ao Clube, todas em busca de um ombro amigo e do fim do sofrimento com os meninos. O livro é uma linda historia de amizade, aprendizado e superação. Mostra como as meninas devem se valorizar, como podem se divertir com suas amigas e não precisam girar todo seu mundo ao redor dos garotos.

Penny é uma protagonista forte, decidida e muito divertida. Nenhuma daquelas meninas ficariam sozinhas se quisessem, elas eram bonitas, inteligentes, mas decidiram que era hora de se valorizarem mais. Penny também acha que aquelas que escolhem namorar não deveriam abandonar suas amigas por isso, deixar tudo de lado para ficar só com o namorado.

E claro, durante este processo de aprendizado, nos garante momentos muito divertidos. Como por exemplo, ela vive dizendo, que daqui por diante ela vai ser superior...
“- E Nate? Você beija como um cachorro babão, tem mau hálito e não saberia excitar uma garota nem se ela viesse com manual. Feliz dia de ação de graças, otário.
Tudo bem, vou começar a ser uma pessoa superior a partir deste momento.”

Mais do que um romance, esta é uma divertida história de união e amizade. Super recomendo, o livro é uma delícia, leiam!


Avaliação (1 a 5):

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