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Viajando no mundo das cores

Viaje com as séries #14 - Bunheads

>>  segunda-feira, 2 de julho de 2012


Já é segunda-feira de novo? Ai, meu corpo e minha mente precisavam de mais um dia de fim de semana, mas como não é possível, o negócio é trabalhar! A parte boa é que podemos conhecer mais uma série, né? Não poderia deixar de comentar aqui sobre a nova série de Amy Sherman-Palladino, a criadora de Gilmore Girls. Bunheads estreou no dia 11 de junho e já conseguiu ganhar meu coração.


É simplesmente impossível não comparar GG a Bunheads, fui até mesmo capaz de procurar semelhanças entre elas, propositalmente. As semelhanças estão ali, primeiro com o alto nível de fofura da produção, segundo porque ninguém menos que Kelly Bishop - que não se chama mais Emily, mas Fanny – está no elenco. Ela não é a mãe de Lorelai, agora é mãe de Hubbell, no entanto, é superprotetora, tem uma personalidade fortíssima e adora impor suas vontades, assim como a personagem que eu já conhecia. Seriam praticamente a mesma pessoa não fosse o gosto duvidoso para decoração que Fanny tem, algo que Emily não aprovaria de jeito nenhum. Temos também a trilha sonora, que é deliciosa, com os lalalas típicos, mas mais modernos, e uma protagonista com respostas rápidas e cheias de humor. Saudades da Lorelai.  Pelo andar da carruagem, podemos supor que é bem possível que haja aquela cumplicidade de mãe e filha, como a de Lor e Rory na série, assim como a turbulência do relacionamente de Lor e Emily.

Bunheads é sobre Michelle, vivida por Sutton Foster, uma dançarina que desperdiçou seu talento em um emprego que deveria ser temporário, o de dançarina em Las Vegas. Esse trabalho está longe de ser o de seus sonhos, mas Michelle não parece mais ter vontade de lutar por eles. Mas há quem tenha, Michelle tem um admirador, Hubbell. Uma vez por mês ele a visita, leva flores e dá presentes incríveis – que deixam as outras garotas babando! Ela tenta fugir ao máximo dele e achei uma maldade o jeito que ela o trata. Até que ela mesma percebe isso, pede desculpas e aceita um convite para jantar. Tudo isso depois de nem ter a chance de mostrar seu potencial em um teste para Chicago.


Michelle está muito frustrada. Seu emprego é ruim, seu apartamento é péssimo – ela é vizinha de uma prostituta –, seus sonhos se despedaçam bem em sua frente e não há nenhum sinal do que fazer, nenhuma ideia, nenhum ponto de partida. No jantar com Hubbell ela bebe muito e essa bebedeira tem consequências. Hubbell a pede em casamento, ele quer cuidar dela, quer levá-la para sua cidade, sua casa com vista para o oceano e fazê-la feliz. Que mulher nesse mundo, na situação dela – tanto psicológica quanto alcoólica –, não aceitaria? Ainda mais após uma declaração envolvendo Godzilla.

E, assim, em um impulso, Michelle parte para Paradise, a cidade de Hubbell logo após se casarem em Las Vegas. Nem as roupas ela leva. Aventura, aqui vamos nós. Chegando na casa de Hubbell, Michelle leva um susto. A decoração é horrorosa, uma misturança, uma quantidade enorme de enfeites horripilantes. Porém, a vista que Hubbel prometeu existe mesmo e aquele lugar no quarto do casal promete se transformar em um santuário. Os problemas começam quando Michelle descobre que Hubbel mora com a mãe, ou melhor, a mãe mora com ele, já que a casa é dele.

Pesadelo! Mas Murphy garante mais, afinal, ele sempre está ao nosso lado quando não precisamos mais dele. Fanny fica possessa quando descobre que o filho casou sem nem contar para ela, sem nem apresentar a noiva. Então, ela decide fazer uma festa para comemorar.


Paradise é pequena, como Stars Hollow, e a fofoca é constante. Como não levou roupas, Michelle sai para comprar um vestido e todo mundo já sabe quem ela é e, aparentemente, o que ela faz. A cena mais hilária é quando ela entra na festa e todo mundo se cala! Climão. Hubbell é um amor  e  defende Michelle, além de dizer que a ama na frente da cidade toda. Fofo.

Fanny é ex-bailarina e tem uma escola de balé ao lado de casa e após ver Michelle com suas alunas, Fanny, que não gostava muito da nora, começa a mudar de ideia. O talento de Michelle é nato, aparece imediatamente quando ela se relaciona com as meninas e Fanny vê isso. Ela então decide dar uma chance para a nora e as duas se dão bem juntas. Até que uma notícia chega para abalar os corações das personagens e o nosso. Deixando uma trilha de incertezas pelo caminho de Michelle, Fanny e o da série. O que vai acontecer agora?


Talvez pela empolgação, eu não vi pontos negativos na série. Amei e terminei o episódio super empolgada. As meninas, bailarinas, são um prato cheio, principalmente Boo, que deve surpreender. Outros moradores da cidade também tendem a se destacar, como a ex-namorada de Hubbell que ainda é apaixonada por ele – e que não pode ter contato com tesouras. Um perigo na vida de Michelle.

Não há dúvidas que eu recomendo a série, mesmo sendo novata. As críticas ao episódio piloto lá nos Estados Unidos têm sido boas, o que é um bom sinal. Eu continuo acompanhando e bem empolgada. Michelle é uma protagonista muito boa e acredito que ela ainda vá render muito.

Informações Gerais
  • Gênero: Comédia, drama;
  • Criação: Amy Sherman-Palladino e Lamar Damon;
  • Elenco: Sutton Foster, Kaitlyn Jenkins, Julia Goldani Telles, Bailey Buntain, Kelly Bishop e Emma Dumont;
  • Duração: Aproximadamente 45 minutos;
  • Tema de abertura e composição: Sam Phillips;
  • Emissora: ABC Family.

Beijos e uma excelente semana!!

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