target="_blank">Some alt text
Promoções
target="_blank">Some alt text
Viaje com as séries
target="_blank">some alt text
Viaje comigo
target="_blank">some alt text
Ofertas Submarino
target="_blank">Some alt text
Os melhores do ano
target="_blank">Some alt text
Viajando no mundo das cores

Viaje com as séries #42 – Girls

>>  segunda-feira, 21 de janeiro de 2013


Após a premiação do Globo de Ouro eu fiquei super curiosa com as séries vencedoras – Homeland e Girls – e como tinha indicações da série que ganhou como melhor comédia ou musical resolvi baixá-la e assistir. Até agora só vi o piloto e é sobre ele que vou comentar. Sei que não é muito justo falar apenas sobre o piloto quando, ao que parece nessa produção, os outros episódios é que fazem ela ser boa, mas acho certo falar sobre a série e matar a curiosidade que muitos de vocês também têm por aí.


A primeira impressão que tive de Girls não foi boa, confesso. Esperava mais comédia, na realidade, esperava apenas mais. O episódio é curtinho, tem cerca de 30 minutos e não me deixou morrendo de vontade de ver mais. Para ser bem sincera, eu até parei ele no meio e fui ver Parenthood, depois voltei para terminar. Ele não me empolgou mesmo.

Hanna Horvath é a protagonista mor e uma pessoa totalmente sem noção, na minha opinião. Pelamor, vocês não têm noção de como eu queria sacudir aquela menina mesmo tendo visto apenas um episódio. Ela não se impõe. Gosta de um cara e deixa ele fazer o que quiser com ela, teve uma cena de sexo que foi, no mínimo, tosca. Mostrando o quanto a tal Hanna é imatura. Primeiro, ela se formou há dois anos, se não me engano, e tem o sonho de ser uma escritora, mora em Nova York e trabalha como estagiária em uma editora. Ah, e os pais dela, que tem 24 anos, que a sustentam. Então, eles tomam uma decisão: vão retirar a ajuda financeira dela, afinal são apenas professores e não ganham tanto assim.

Mimada como é, Hanna não aceita isso. O pai parece ser o culpado de todas as características “ruins” da filha e quer ceder, mas a mãe é firme. O que deixa Hanna sem dinheiro de forma imediata. Ela até tenta ser paga no atual emprego, mas o que ganha é um belo pé na bunda. Aí se sujeita ao cara lá que já comentei, usa drogas e vai atrás dos pais no hotel, pedindo mais dois anos de US$ 1,100 por mês. Cara de pau. E ainda se acha a melhor pessoa do mundo, porque, segundo ela, “quem vive em Nova York com esse valor?”. Pelo menos de uma coisa eu tenho certeza, os defeitos de Hanna, como insegurança, acomodação e problemas com autoestima, podem ser bem trabalhados no andar dos episódios e essa é minha esperança.

As outras Girls não tiveram tanto destaque quanto Hanna, mas já deu para ter uma impressão delas. Marnie, companheira de apê de Hanna, é uma garota super legal, mas está presa em um relacionamento que ela não quer mais. Tudo porque o namorado, que mora com elas, é um fofo e queridão, o que a deixa sem coragem para terminar tudo. Ela até fingiu ter caído no sono na cama de Hanna, quando só queria fugir do cara. Shoshanna – que nome é esse, minha gente? – foi a que menos apareceu no piloto, ela é apaixonada por Sex and the City, com direito a ter pôster no quarto e tudo. Pareceu meio bobona e totalmente deslumbrável, principalmente com a prima Jessa. A última girl é britânica e estudante de filosofia, adora roubar os namorados alheios e afirma ter viajado os quatro cantos do mundo. Hanna a adora e parece que sempre fica na fossa quando ela vai embora de repente. Ela parece descolada, relax, mas faz uma revelação que faz cair por terra a imagem que quer passar.


Por enquanto, a série me parece mais drama que comédia. Vou dar uma chance e assistir mais episódios porque a Laura e a Caline me recomendaram, disseram que melhora. Já tenho os sete primeiros episódios e vou tentar encaixá-los. Assim que terminar a primeira temporada, que ganhou o Globo de Ouro, volto a comentar com vocês as minhas impressões. No Brasil, Girls é transmitida pela HBO. Vocês assistem a série? Acham que ela mereceu o prêmio?

Falando nisso, Lena Dunham – lembrei da Olivia de Fringe –, a intérprete de Hanna, é também a criadora da série. Em julho a produção recebeu cinco indicações para o Emmy, incluindo melhor série. As outras indicações foram de Melhor Atriz, Argumentista/Roteirista e Realizadora/Diretora todos para Lena. Esse ano, como já comentei, a série começou ganhando o Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz, para Lena.

Informações gerais
  • Gênero: Drama, comédia;
  • Duração: 32 minutos;
  • Criadora: Lena Dunham;
  • País de Origem: Estados Unidos;
  • Elenco: Lena Dunham, Allison Williams, Jemima Kirke, Zosia Mamet e Adam Driver;
  • Temporadas: A primeira tem dez episódios e a segunda estreou recentemente nos Estados Unidos e no Brasil.

Postar um comentário

  © Viagem Literária - Blogger Template by EMPORIUM DIGITAL

TOPO