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Viajando no mundo das cores

Viaje com as séries #103 - Chicago PD

>>  segunda-feira, 7 de abril de 2014

Chicago Fire foi uma série que começou morna e que conseguiu mostrar para o que veio. A primeira temporada foi muito boa e a segunda está se superando, não é apenas acompanhar o dia a dia de bombeiros, é se envolver em suas vidas, seus problemas, seus desejos e ambições. É se sentir parte da Brigada 51 e sofrer com eles, além de festejar as coisas boas. A série se deu tão bem que ganhou um spin-off, Chicago PD.


Voight, Antonio, Lindsay e Halstead fizeram suas primeiras aparições em histórias que envolviam os bombeiros, investigações, ameaças, etc. E acabaram ganhando uma série só para eles, que conta ainda com a participação do pessoal da Brigada 51. O grupo faz parte da Inteligência do Departamento de Polícia de Chicago e juntos resolvem crimes complicados, que envolvem gente perigosa e vingativa – assim como Voight era no passado.


Uma das minhas ressalvas em assistir a série era ter que ver o Voight, que foi um escroto em sua participação em CF. Só de olhar para a cara dele eu tinha vontade de atravessar a tela da TV ou do PC para esbofetear ele. Cara nojento demais. Porém, depois do que passou – não vou me aprofundar porque pode ser spoiler para quem não viu Chicago Fire –, ­ele vem se mostrando uma pessoa diferente, melhor. Já estou conseguindo ter menos gana dele. Acredito que para a série ter sucesso, eles precisavam mesmo trabalhar com a imagem do agora Sargento Voight e deu certo, já que a produção garantiu sua segunda temporada.


Além da Unidade Inteligência, Chicago PD mostra outros aspectos do departamento, como policiais novatos da patrulha, que também almejam chegar a equipes “melhores”, outras unidades interferindo no trabalho da Inteligência e também todo o preconceito com Voight, que era um policial corrupto. O próprio Antonio, irmão da Dawson de CF, não engolia Voight, que agora é seu chefe. Mas se trabalhar juntos significa que conseguirão combater os maiores delitos da cidade, como o crime organizado, tráfico de drogas e assassinatos, ele passará por cima disso.  



O trabalho como policial é sempre um desafio e eles parecem prontos para isso. Assisti três episódios até agora e tudo o que eu tenho são boas impressões. O piloto é cheio de energia e ação, foi uma estreia espetacular. E é melhor ainda assistir sabendo que a segunda temporada está garantida. Estou bem empolgada e me importando menos com minha antipatia com o Voight. Sem falar que é muito legal quando as duas séries se encontram, o pessoal de CF aparece em CPD e vice-versa. Continuarei assistindo, com certeza. A série estreou em 8 de janeiro e ainda não há previsão de exibição no Brasil.



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