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Quase casados - Jane Costello

>>  terça-feira, 11 de novembro de 2014

COSTELLO, Jane. Quase casados. Rio de Janeiro: Editora Record, 2014. 416p. Título original: The nearly-Weds.

“Foi assim que começou. Sete anos depois ainda estávamos juntos, e ainda – eu imaginava – muito apaixonados. Mas parece que eu imaginava muita coisa.
Imaginava que éramos almas gêmeas, que ficaríamos juntos para sempre, que, no dia do nosso casamento, quando eu chegasse à igreja em que ele devia me receber no altar, ele também estaria lá.
Mas que boba eu era. Imaginei tudo errado.” p.51

Eu odeio estas frases de efeito nas capas, o mais provável é que dê errado. Se você já leu Sophie Kinsella e não curtiu já desiste logo, se você é fã da autora como eu e vê uma frase assim “Se você é fã da Sophie Kinsella, vai amar Jane Costello.” fica com as expectativas lá nas alturas, que foi o que aconteceu no meu caso. E comparar um autor com uma das autoras mais famosas de chick-lit não é pouca coisa, olha a responsabilidade... E agora conto para vocês o que achei de Quase casados da Jane Costello.

Zoe Moore, 28 anos, esperava com expectativa o dia de seu casamento, depois de 7 anos de namoro com Jason aquele seria o dia mais feliz de sua vida. Mas eis que o noivo desaparece e a abandona no altar sem nenhuma explicação. Depois de passar meses chorando sem parar, engordar muitos quilos e ainda não ter uma resposta... Zoe decide sair da casa dos pais, largar seu emprego na creche da cidade, deixar não só Liverpool, como também a Inglaterra, e se candidatar a uma vaga de babá nos EUA.

Ao chegar em Boston depois que tudo já começa dando errado no aeroporto, ela finalmente conhece sua nova “família”. Ela irá cuidar de duas crianças adoráveis, Ruby, uma esperta menina de 6 anos, e Samuel de 3 anos. O pai das crianças Ryan Miller é um homem de negócios ocupado e logo deixa uma Zoe completamente sonolenta e atordoada, sozinha com 2 crianças animadas.

Ela logo percebe que seu novo chefe é incrivelmente sexy, quase tão sexy quanto mal humorado, e  que ele desconhece as funções e os direitos básicos de uma babá, seus horários e folgas. Depois de um começo complicado as coisas parecem entrar nos eixos, até que Zoe descobre que pode deixar os problemas para trás, mas seus pensamentos e seu coração ainda estão do outro lado do oceano.

~~~~~

Não foi uma leitura ruim, mas eu esperava mais, esperava que fosse mais vergonha alheia como os livros da Kinsella, esperava que fosse rir alto ao invés de abrir um ou outro sorriso. Esperava uma reviravolta e muita coisa sem noção, como eu disse, o lado ruim das comparações desnecessárias. Se não tivesse com tal expectativa, talvez tivesse gostado mais.

Afinal, a autora escreve bem, de forma fluída e muito gostosinha. A trama é bem clichê de chick-lit: mulher abandonada, acima do peso, que tenta recomeçar e se envolve em milhões de confusões até o esperado e já conhecido final. Os personagens são divertidos, Zoe em especial, ela tem um quê de Bridget Jones e uma paciência infinita. A relação de gato e rato dela com Ryan também é interessante, os dois se toleram no início, mas logo começa a rolar uma atração. Ryan é bem anti-herói, apesar de gato tem um mau humor do cão, é pegador, completamente grosso e insensível. Na verdade no começo a falta de atitude da protagonista me irritou, ela aturava tudo sem reclamar, fazia cada coisa sem nem ouvir um obrigado e me tirava do sério.

No geral eu curti muito a leitura quase até o final, onde dois acontecimentos deixaram a desejar, o ápice do livro foi tão sem graça e para piorar é completamente sem final. Faltou um epílogo! Precisava de um! A diva Kinsella tem mesmo essas manias, mas alouuu, é a diva da Kinsella.

Apesar de não ter amado, gostaria de ler o outro livro da autora lançado aqui no Brasil, Damas de honra, para conhecer mais o seu trabalho. Eu adoro chick-lits, são ótimos entre leituras mais pesadas, sempre leves e divertidos. ^^

Avaliação (1 a 5):

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