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Viajando no mundo das cores

Viaje com as séries #155 - Vem por aí... Supergirl

>>  segunda-feira, 1 de junho de 2015

Acho que já usei essa frase antes, mas lá vai, os heróis estão em alta. Séries, filmes, HQs, tudo que engloba esse gênero vem ganhando mais e mais espaço. As emissoras de TV não são bobas nem nada, aproveitam a onda, é claro, e nos bombardeiam com produtos nesse estilo. A mais nova empreitada envolvendo os heróis é da CBS e tem como protagonista uma heroína, a prima do Superman, Supergirl.


Kara Zor-El foi enviada para longe de seu planeta, Krypton, para proteger seu primo Kal-El. No entanto, sua nave ficou na zona fantasma por anos, mantendo-a com a mesma aparência e idade. Quando se livrou do local, Kara caiu na Terra e foi auxiliada por quem deveria cuidar. Seu primo já era um homem formado, já era o Superman e tinha suas próprias batalhas para lutar. Ele entregou Kara para uma família de cientistas de confiança, os Danvers, que a criaram como sua filha. O que deixou a filha do casal, Alex, um pouco nas sombras, já que Kara era excepcional, como o primo.
Mas a menina, agora que não precisava mais cuidar de ninguém, só queria ser normal. Não usou seus poderes por cerca de 10 anos e nem pretendia usá-los, mas o desejo de poder ajudar as pessoas como “ele” faz, ficava martelando sua cabeça. Vivendo em National City, Kara trabalha como auxiliar da magnata da mídia, Cat Grant, uma espécie de Miranda Priestly (de O Diabo Veste Prada). A mulher é o terror. Em seus planos imediatos está a demissão de inúmeros colaboradores, já que eles não têm um herói para noticiar todos os dias como o Planeta Diário. Aliás, é de lá que vem o novo contratado da empresa, o fotógrafo James Olsen, que é conhecido por tirar as melhores fotos do herói.
Tudo seguia seu caminho até que Kara vê sua irmã correndo perigo e acaba usando os poderes. Ficando na mira do governo e dos vilões que devem aparecer no decorrer da temporada. Como ela tem certa parcela de culpa na existência desses caras do mal, se oferece para ajudar a detê-los e abraça sua personalidade heróica, ganhando o nome de Supergirl.


A produção deveria estrear apenas em novembro, mas o piloto vazou com seis meses de antecedência, o que pode ser muito bem uma estratégia da emissora para medir a febre da atração. Essa hipótese ganhou a internet porque não há nenhuma marca no episódio, mostrando que seria uma cópia para jornalistas. O fato é que o mundo teve à disposição o piloto e aproveitou. Eu também assisti e apesar de não achar “ai minha nossa senhora das séries, é maravilhoso”, achei bem interessante e assistível. Não é péssimo, não. Comecei a assistir com o nariz torcido porque a Marley de Glee é a protagonista, mas a garota soube tirar a imagem que eu já tinha dela na cabeça e pode melhorar muito como intérprete de Kara.



As opiniões são bem divididas na internet, há quem adorou e aqueles mais críticos que ficam reparando nos mínimos detalhes e ainda reclamam de clichês. Eu sou bem tranquila com isso. A série tem uma pegada teen mesmo, até porque é “supergirl” e não “superwoman”, e é gostosinha de ver. Tem humor, bastante ação, drama jovem. Caso você já não curta esse tipo de série, certamente não vai gostar mesmo. Mas caso seja mente aberta e queira ver qualéquié, recomendo. E outra coisa, esqueçam Smalville, é uma série completamente diferente. 

No elenco estão: Melissa Benoist, Mehcad Brooks, Calista Flockhart, David Harewood e Chyler Leigh.




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