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Ela foi até o fim - Meg Cabot

>>  quarta-feira, 28 de outubro de 2015

CABOT, Meg. Ela foi até o fim. Rio de Janeiro: Editora Galera Record, 2010. 400p. Título original: She went all the way.

“E lá estava Lou: no meio do Alasca, com aquele traseiro só para si.
Não que ela o quisesse. Muito obrigada, mas não. Lou tinha certeza de que não ia cometer esse tipo de erro novamente. Chega de atores. E daí que este ator estava preocupado com o conforto dela? E daí que ele havia salvado sua vida?  De que importava se ele ficava mais lindo do que qualquer outro homem no mundo vestindo um mero jeans? ‘Preciso de uma arma maior’: nesta frase havia razões suficientes para que Lou não se entregasse a ele – ainda mais quando seu coração ainda estava tão machucado.” p.88

Sou fã da Meg Cabot, mas apesar de já ter lido muitos livros da autora, tem alguns que adoro, outros que não descem rs. Então é sempre uma incógnita, normalmente prefiro os livros da autora voltados ao público adulto, como é o caso de hoje. Esse livro eu tenho faz tempo e demorei para ler, mas hoje, com a ajuda do Clube das chocólatras, conto para vocês o que achei de Ela foi até o fim.

Lou Calabrese, 28 anos, é uma roteirista americana de sucesso. Conseguiu realizar o sonho de sua vida, com vários roteiros de ação, algumas continuações e um Oscar! E um Oscar pelo filme que ela escreveu para alavancar a carreira do namorado desempregado, Hindenburg. E, obviamente, deu certo, o filme ganhou vários prêmios e alavancou a carreira de Barry Kimmy, ou melhor, Bruno di Blase, o nome artístico que ele adotou. O problema é que o crápula se envolveu com Greta Woolston, a protagonista do filme, fugiu para se casar e meteu o pé na bunda de Lou.

Isso mesmo, depois de anos de namoro a abandonou e a trocou por outra em um piscar de olhos. Arrasada, tudo o que Lou queria era deitar e chorar, mas tem um problema importante para resolver, impedir que o diretor do seu novo filme, Tim Lord, exploda uma mina – o que vem irritando todos os ambientalistas da região – durante a filmagem do novo Copkiller. Se não bastasse, o filme é estrelado por seu arqui-inimigo, Jack Towsend, e os dois estão prestes a voar juntos em um helicóptero pelo Alasca.

Quando achou que seu dia não podia piorar, percebe que seus problemas só estavam começando. Agora tem alguém tentando matá-los, eles precisam sobreviver em uma montanha durante uma tempestade de neve e seu único companheiro é Jack, o homem que mais odeia no mundo.

~~~~~

Já começo avisando que não é todo mundo que vai curtir esse livro, ele tem várias cenas bem surreais, muita coisa sem noção acontece e é cheio de maluquices, naquele estilo das confusões que vemos com frequência nos livros da Sophie Kinsella, por exemplo. Eu adorei!! Dei muita risada com as maluquices, gostei do jeito forte e decidido da Lou, adorei as brigas de gato e rato dela com o Jack e curti muito a química entre o casal.

Além do romance temos a trama de suspense, com alguém tentando matá-los e eles sem saber como ou por quê isso está acontecendo. As partes de ação, suspense, são bem surreais, tem umas coisas impossíveis e meio sem pé nem cabeça, mas eu não desgostei. É um chick-lit, li como uma comédia romântica e me foquei no romance. Até porque o suspense não é o foco do livro, ao contrário da série  Heather Wells da mesma autora, por exemplo.

O resultado foi muitas risadas e um livro leve, gostoso e excelente para distrair. Curti os protagonistas e mais ainda os coadjuvantes. O pai de Lou e a mãe de Jack são ótimos, queria mais envolvimento dos quatro irmãos mais velhos de Lou, uma pena que eles aparecem pouco. 

O livro parece muito com filmes de comedia romântica americanos, onde tem muita confusão e um casal que briga do início ao fim, a forma como Lou não tem consciência da sua beleza e é meio ogra, me fez lembrar de alguns filmes com a Sandra Bullock, que seguem esse mesmo estilo. Só no jeito, porque Lou é alta e ruiva.

É uma leitura rápida, leve e divertida. Ótima para quem curte romances mais leves e despretensiosos. Leiam!

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