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Viajando no mundo das cores

Infinito + um - Amy Harmon

>>  segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

HARMON, Amy. Infinito + um. São Paulo: Editora Verus, 2015. 334p. Título original: Infinity + One.

“Suas convicções foram imediatamente reduzidas a cascas de ovos. Podiam chamar de fraqueza. De falta de convicção. Podiam chamar de amor. Mas ele simplesmente não conseguia se conter. Suas mãos estavam nos quadris dela, no cabelo, deslizando pelos braços, ao redor da cintura, e depois subindo de volta para segurar o rosto de Bonnie, tentando estar em todos os lugares ao mesmo tempo e sem saber por onde começar. A respiração deles se tornou irregular, e juntos afundaram na cama; Bonnie puxando o corpo de Finn para cima do dela, enquanto ele se forçava a diminuir o ritmo.” p. 210

Minha última leitura de 2015 foi um New Adult. Eu queria algo rápido, leve e descontraído e acertei na escolha. Foi o primeiro livro que li da Amy Harmon, confiram o que achei de Infinito + um.

Bonnie Rae Shelby, 21 anos, é uma estrela de música pop. Linda, talentosa, rica e muito famosa. É uma daquelas pessoas privilegiadas que parece ter tudo o que deseja. Mas quer morrer. Todos os seus motivos, culminam com Bonnie prestes a pular de uma ponte, em uma noite de nevoeiro.

Finn Clyde, 24 anos, está indo embora da cidade em busca de novas oportunidades. Ele é absurdamente inteligente, sensível e faz de tudo para evitar problemas. Finn também tem um passado que quer esquecer, mas é difícil começar de novo quando não se tem nada.

Inevitavelmente, os dois se juntam, Bonnie & Clyde. Ele quer deixar tudo para trás e sabe que a moça significa problema. Ela pode escolher seu próprio caminho, pela primeira vez, e não vai aceitar menos do que sua completa liberdade. Porém, a imprensa começa a publicar histórias diferentes, ninguém sabe o que aconteceu com Bonnie, e logo, a brincadeira se torna perigosa.

“Não éramos tão diferentes, Finn e eu. Prisões vêm em muitas cores e formas diferentes. Algumas são douradas, enquanto outras têm uma porta que bate. Mas algemas de ouro ainda são algemas.” p.138

~~~~~~~~~

Romance fofo, com um toque de comédia e ação, típico de filmes americanos. A leitura é leve, divertida, cumpriu bem o seu propósito. O casal é bem improvável, todas as dificuldades que enfrentam, torna a leitura muito mais interessante.

Como vocês já devem ter percebido pelos nomes, a autora faz um paralelo com a história real de Bonnie & Clyde. O casal de assaltantes americanos ficou famoso por uma série de assaltos a bancos e assassinatos durante a Grande Depressão no país, no início da década de 30. A corrida contra a polícia culminou com a morte dos dois, cravados de balas em uma estrada da Louisiana.

E apesar de Bonnie ser maior de idade, desapareceu misteriosamente no no meio de uma turnê, a imprensa transforma tudo em um grande show. Dois jovens estão em uma viagem de carro rumo a Las Vegas, mas na imprensa, muitas teorias são criadas. De repente ela foi sequestrada, um resgate foi exigido. Testemunhas viram Clyde armado, a loucura vai crescendo de forma alarmante.

Enquanto isso, a dupla começa a se conhecer melhor, e claro, começam a se gostar. A história pessoal dos dois é triste e dramática, com muitas perdas e superações. A autora constrói muitos paralelos interessantes, desde as coincidências na vida dos dois, até no fato de tudo parecer uma intervenção divina. Temos também muitas teorias matemáticas e vários paralelos, já que Clyde é apaixonado por números (o título do livro é uma delas).

Algumas passagens ficaram exageradas e bem Hollywoodianas, como tudo envolvendo a avó e a imprensa. A forma meio mimada de Bonnie agir, afinal, ela era maior de idade e riquíssima; poderia ter tomado frente dos seus negócios, ao invés de decidir que não quer mais viver sob o comando exaustivo da avó e fugir. O final foi bonitinho, mas um pouquinho surreal e muito corrido.

Gostei do estilo da autora, tenho outro livro da Amy Harmon na estante, que espero ler em breve. Indico aos fãs de NA, esse é mais leve nas cenas hots e pode ser lido pelo público mais jovem ou por quem não curte livros mais eróticos. Leiam!

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