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Livros sobre crianças e a guerra

>>  quinta-feira, 22 de novembro de 2018


                            

Oi, gente!

Livros sobre guerra são sempre tocantes e assustadores, seja se tratando da Segunda Guerra Mundial, seja se tratando de qualquer outra guerra. E quando a história envolve crianças, o livro adquire um nível diferente de arrebatamento, de sofrimento.

Um dos primeiros livros que li na vida já envolvia uma criança mundialmente conhecida chamada Anne Frank. Sim, aquela que ficou escondida em uma espécie de sótão da empresa onde Otto Frank trabalhava, durante a segunda guerra mundial. O diário de Anne Frank é, sem dúvida, um dos livros que levarei para a vida.

Por vezes, logo ao ver a capa, já se pode imaginar que não há como sair dessa leitura sem choro certeiro, afinal, somos levados a acompanhar uma pessoa de pouca idade cuja chegada foi esperada com muito amor pela família, com a expectativa de que a criança vivesse feliz, estudasse, tivesse um lindo futuro. Só que não é o que acontece, já que a simples perspectiva de uma guerra já altera toda a rotina da sociedade (principalmente se for uma pessoa – criança ou não – judia).

E, assim, vemos crianças morrendo sem nem mesmo entender o que está acontecendo, ou sendo levados para os mais variados lugares e, por isso, afastadas de sua família, amigos, infância.

Em todos os livros que li sobre a guerra com personagens infantis (com adultos também, mas, como eu disse, com crianças é outra história), sofri, chorei, quis largar o livro, fiquei chateada por dias (e ainda fico quando me lembro do texto, do desfecho).

Mas também comemorei nos casos em que a criança tem um final feliz (e a família, ou a maior parte dela). Como não comemorar!? Ainda que se trate de um livro de ficção histórica, ou seja, ficção que se passa num momento histórico verídico, precisamos lembrar que, infelizmente, guerras existiram (e ainda existem, no caso do Síria e de outros países) e que pessoas de verdade, de todas as idades, passaram por coisas terríveis e foram mortas. Aquelas que não morreram, sem dúvida, não perderam somente a infância.


Passei por isso com O menino do pijama listrado, A vida em tons de cinza, A guerra que salvou minha vida, A lista de Schindler, Os meninos que enganavam os nazistas, O diário de Anne Frank, Toda luz que não podemos ver, e um dos mais apaixonantes e inesquecíveis da vida (como eu disse na postagem de terça, que você pode ler aqui): A menina que roubava livros.



Independente de o tema ser a Segunda Guerra Mundial, ou qualquer outra guerra que assole algum país, fato é que todo mundo precisa, pelo menos uma vez, que seja, ler um livro sobre guerra, principalmente os que envolvam crianças. Indico porque é uma injeção de humanidade, principalmente para quem reclama de barriga cheia. Assim como outros tipos de situações difíceis, conhecer mais sobre a guerra pode fazer a pessoa entender que muita gente está realmente sofrendo e que milhares de crianças sequer tiveram o direito de crescer.








E você, já chorou litros lendo um livro sobre crianças e a guerra? Já torceu para que tudo ficasse bem e que todos se salvassem? Conta pra gente!



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