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Good omens: Belas maldições - Neil Gaiman

>>  quarta-feira, 17 de julho de 2019

GAIMAN, Neil; PRATCHETT, Terry. Good omens: Belas maldições. Rio de Janeiro: Editora Bertrand, 2019. 362p. Título original: Good omens.


Eu, que sou fã das adaptações literárias, não perco tempo e sempre me ofereço para ler qualquer livro que sei que vai ser ou foi transformado em série, filme, novela. Sou assim desde que me entendo por gente. Obviamente, a maioria das pessoas acha que eu devia só assistir ao filme, já que é muito mais rápido e daria na mesma. Muita gente acha que tenho que ler o livro primeiro e assistir depois. E é o que geralmente faço. O problema de fazer isso é que, se eu não gosto do livro, costumo perder o interesse pela adaptação. Com Good omens, iniciei a leitura muito a fim de assistir à série. Agora conto para vocês até onde foi essa vontade.

O mundo vai acabar em um sábado. No próximo sábado, para falar a verdade. Pouco antes da hora do jantar. Não há nada que possa ser feito para frustrar o Grande Plano divino. Mas quando uma freira satanista um tanto distraída estraga um esquema de troca de bebês e o pequeno Anticristo acaba sendo entregue ao casal errado, tem início uma série de erros cômicos que podem ameaçar o próprio Armagedom. Aziraphale é um anjo que atua na Inglaterra e dono de um sebo nas horas vagas. Crowley é um demônio e ex-serpente responsável pela mesma região. Ambos veem nessa confusão uma grande oportunidade, porque os dois, que vivem entre os humanos desde o Princípio, apegaram-se demais ao mundo para desejar a grande batalha entre o Céu e o Inferno. Em sua jornada para evitar o Armagedom e encontrar o Anticristo, agora um menino de 11 anos vivendo tranquilamente em uma cidadezinha inglesa, eles acabarão trombando com uma jovem ocultista, dona do único livro que prevê com precisão os acontecimentos do fim do mundo, com caçadores de bruxas ainda na ativa e, quem sabe, até com os Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Mas eles terão de ser rápidos. Não é só o tempo que está acabando...
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Definitivamente não nasci para ser leitora de Neil Gaiman. Sei que algumas pessoas não vão gostar do que vão ler nesta resenha, e eu nada posso fazer além de torcer para que me compreendam, afinal, uma experiência literária é muito pessoal e única; cada um pode ou não gostar do que viveu na história, e a vida é assim. Já tentei com outros livros do autor, mas em todos os casos não rolou uma química. Com Good omens não foi diferente.

A premissa é muito boa, contudo ainda estou esperando o fim do mundo prometido na sinopse. Esperava algo completamente diferente do que encontrei ao longo das 362 páginas. O livro é confuso demais, os assuntos aparecem e mudam de repente, de forma aleatória, e até um leitor bem atento pode se perder nas mudanças repentinas ao longo da história. Há um excesso de detalhes desnecessários que servem mais para atrapalhar e tornar o texto prolixo do que para enriquecê-lo.

Nem as piadas e paródias que tanta gente amou me agradaram, e os protagonistas Aziraphale e Crowley, que tinham tudo para me conquistar, falharam miseravelmente.

O final não pode ser nem considerado decepcionante, já que é apenas a conclusão de uma coletânea de frustrações ao longo do texto. Então, quando encerrei, apenas agradeci por finalmente ter terminado uma história que pareceu durar uma eternidade.

Sem dúvida, é um livro que eu não indico.

E, para quem achou que eu fosse encerrar esta resenha sem me pronunciar sobre se quero assistir à série ou não, a minha resposta é que estou em atraso com muitos episódios de séries que já assisto. Fica para uma próxima!

Mas, como uma pessoa democrática, deixo abaixo o trailer para amantes da série, das histórias de Gaiman, para quem já leu e curtiu esse livro ou para quem acha que vai gostar, apesar da minha má experiência literária com a obra.

Adicione ao Skoob (se quiser, claro! rs)


Avaliação (1 a 5): 







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