target="_blank">Some alt text
Promoções
target="_blank">Some alt text
Viaje com as séries
target="_blank">some alt text
Viaje comigo
target="_blank">some alt text
Ofertas Submarino
target="_blank">Some alt text
Os melhores do ano
target="_blank">Some alt text
Viajando no mundo das cores

Uma Viagem Adaptada: Filme x Livro #2

>>  quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Ei, como estão? Bem, hoje vamos para mais uma coluna na qual falarei sobre livros que foram adaptados.

O filme que falarei hoje, teve o livro resenhado pela Nanda. Vocês podem conferi-lo aqui.


Uma Prova de Amor. Filme lançado em 2009, baseado no romance de Jodi Picoult, A Guardiã da Minha Irmã. Com direção de Nick Cassavetes. Teve um custo aproximado de US$30 milhões


Anna (Abigail Breslin) nasceu com um propósito: salvar a vida de sua irmã Kate (Sofia Vassilieva), que, ainda na infância, foi diagnosticada com leucemia. Isso porque Jesse (Brennan Bailey), o irmão mais velho, não fora compatível. Assim, seus pais, Sara e Brian (Cameron Diaz e Jason Patric, respectivamente) resolvem ter uma filha por meio da fertilização in vitro. Anna vem ao mundo, programada geneticamente para ser totalmente compatível com a irmã.
“A maioria dos bebês são acidentes; eu não. Eu fui planejada; nasci para salvar a vida da minha irmã.”
O tratamento começa assim que Anna nasce. A retirada de glóbulos brancos e a doação de medula, foi apenas o começo de uma longa cadeia de doações que a garota teve de enfrentar.

Agora, Kate necessita de um rim. Do rim de Anna. Ou, morrerá.

É ai que tudo começa. Anna está cansada de ser um “banco de órgãos”, e ser obrigada a fazer doações sem sua aprovação. Não pelo fato de não gostar da irmã e não querer ajudá-la, mas pelo fato de nunca ter voz e não ter direito te escolher o que é, e o que não é bom para ela.

Doar rim não é uma cirurgia simples, e traz consigo consequências. Anna teria que começar a viver com cuidado, e não poderia fazer nada que trouxesse risco para o órgão. Nada de esportes, nada de álcool, nada de se arriscar. Não é isso que ela quer. Ela quer viver como uma pessoa normal, sem precisar se preocupar em tomar cuidado.

Assim, contrata Campbell, um advogado de boa reputação. O objetivo de Anna ao contratá-lo, é conseguir uma emancipação médica, ou seja, provar que é madura suficiente para tomar suas próprias decisões quando se trata de doar algo de seu corpo para Kate, não importando a opinião de seus pais.
"Quero processar meus pais pelo direito pelo meu próprio corpo"
De que lado você ficaria?

Na verdade, eu não iria fazer a coluna com esse filme, mas ele me emocionou muito, e tive que vir compartilhar toda essa belíssima história com vocês. O filme possui ótimos atores, com atuações maravilhosas.

Sara quer ser uma mãe heroína, e vê Kate como algo que não pode ser perdido, independente do que isso irá custar. Não importa se tal cirurgia é perigosa, não importa a consequência, não importa nada. Kate não pode morrer. Diferente de Brian, pai dos três e esposo de Sara. Para os dois personagens, essas características estão presentes tanto no livro quanto no filme.

Anna é uma personagem um tanto inteligente e cativante. Tanto no livro quanto no filme.

Jesse, no filme, tem mais importância do que no livro, já que no primeiro, é um dos responsáveis pela decisão final da juíza encarregada do caso.

Temos também o advogado Campbell, o qual manteve a mesma personalidade do livro.

A história do filme também é a mesma do livro, mas, como era de se esperar, várias alterações foram feitas. Porém uma coisa me surpreendeu. O livro é narrado de várias perspectivas diferentes, cada personagem tem sua vez de narrador. Eu pensava que o filme seria mais fraco exatamente por esse motivo, por não conter a visão de cada personagem. Mas isso foi mantido, o que me agradou muito.

Abordando assuntos sérios e polêmicos, o filme e o livro têm a capacidade de te envolver completamente na história, fazendo você formar sua própria opinião ao decorrer da história.

Outra coisa que gostei bastante, no filme, foi o final. Sim, tem um final totalmente diferente do final do livro. A autora fez uma maldade com o leitor, pelo menos comigo. Não posso ir mais fundo, pois poderia acabar virando um spoiler, e não quero fazer isso.

Enfim, o filme é lindo, emocionante, triste, polêmico, e tem efeito sobre você. Atribuo todos esses adjetivos ao livro. Jodi Picoult deu vida a personagens indiscutivelmente bem construídos e nos apresentou uma família forte e corajosa. Nota cinco para o livro, sem dúvidas.



O filme não fica para trás. Já se imaginou na pele de Kate? Na pele de Jesse? Na pele de Sara? Na pele de Anna? Na pele de Brian? Eu me imaginei, por isso não fui capaz de conter minhas lágrimas.

Avaliação de 1 a 5

Nem preciso dizer que recomendo, né? E vocês, já assistiram ao filme ou leram o livro? O que acharam?


Por hoje é só. Vejo-os semana que vem :) Abraços. 

 

Postar um comentário

Posts Recentes

  © Viagem Literária - Blogger Template by EMPORIUM DIGITAL

TOPO