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Viajando no mundo das cores

O caderninho de desafios de Dash & Lily - David Levithan & Rachel Cohn

>>  quinta-feira, 30 de junho de 2016


COHN, Rachel; LEVITHAN, David. O caderninho de desafios de Dash & Lily. Rio de janeiro: Editora Galera Record, 2016. 254p. Título original: Dash & Lily’s book of dares.

“Nós somos a história de nossas vidas. E o caderninho vermelho é para contarmos essa história. O que, no caso de vidas, é o mesmo que contar a verdade. Ou o mais próximo disso que conseguirmos chegar. Não quero que o caderninho ou nossa amizade terminem só porque tivemos um encontro infeliz. Vamos rotular esse incidente como algo menor e seguir em frente. Acho que não deveríamos tentar nos encontrar de novo; há uma grande liberdade nisso. Em vez disso, vamos deixar nossas palavras continuarem a se encontrar.” p.192

Essa não é a primeira parceria dos autores David Levithan e Rachel Cohn, já li também deles o Naomi & Eli e a lista do não beijo. E depois desse, cheguei a conclusão de que eu adoro o David Levithan (já li outros livros do autor na temática LGBT, muito legais), mas não gosto tanto do estilo da Rachel Cohn rs. Confira minha opinião sobre O caderninho de desafios de Dash & Lily.

Lily, 16 anos, é a mais nova de uma grande família amável e protetora. Seu avô imigrou para o país há anos e agora Nova York faz parte de sua história. Lily tem muitas atividades, todas elas envolvendo a família ou seus próprios interesses, livros, música, e nesse período do ano, tudo que envolva o Natal. Lily ama todas as tradições natalinas e esse ano está arrasada. Seus pais resolveram viajar sozinhos para comemorar 25 anos de casados em um paraíso tropical , seu avô foi visitar a namorada na Flórida. Lily foi deixada sozinha com o irmão mais velho, que está com um namorado novo e nunca tem tempo para ela. E é o irmão, Langston, que decide achar um namorado para Lily e a ajuda criar um pequeno caderninho vermelho para atrair o garoto ideal. Um caderno com pistas em uma livraria enorme, um caderno que irá levar o garoto certo até a própria Lily.

Dash ama a Strand, a livraria mais caótica de Manhattan, tanto quanto odeia o Natal. Aproveita o fato dos pais serem divorciados e não se falarem, e conta uma mentira aos dois, dizendo ao pai que estaria com a mãe e vice-versa, e acaba ficando com a casa só para ele. Pretende se enfurnar no apartamento da mãe, que viajou, até que passe o caos do Natal. E nada melhor para isso do que livros. E é aí que encontra o moleskine vermelho, e curioso, resolve aceitar os desafios.

Os desafios e as trocas do caderno, leva os dois a uma caminhada por vários pontos da cidade. No caderno eles trocam sonhos, desejos e pensamentos. Mas será, que fora do caderno, os dois poderiam mesmo se apaixonar?

~~~~~~

A ideia dos autores é muito legal, os capítulos se alternam entre Dash e Lily. E eles foram escrevendo o livro assim: David escrevia sobre Dash, enviava o capítulo para a Rachel, que escrevia sobre Lily, e assim foram alternando até o final. A caçada também é bem divertida, os dois saem do seu lugar comum para atenderem aos desafios. Fazendo Dash entrar na Macys atolada na véspera de Natal, enfrentando tudo o que mais odeia, e Lily indo a sua primeira boate. E o mais legal, a maioria dos desafios envolvem livros e filmes, adorei as citações, as dicas, as mensagens trocadas entre eles.

Mas não é um livro emocionante ou que você fica ansioso para saber o final, é tudo bem comum. O que mais gostei foi do lado divertido da narrativa de Dash, ri alto em várias cenas. Tem uma cena, mais para o final, com um cachorro no parque, que me fez gargalhar. Quando ao enredo em si, não achei nada demais, é legalzinho, mas para mim foi uma leitura esquecível.

Dash é muito legal, inteligente e divertido, com todo o seu sarcasmo. Mas Lily é muito infantil, parece uma menina de 12 anos e não de 16. Tudo bem que ela era muito mimada e superprotegida pelo avô, mas as atitudes dela, são de criança. Ela reclama de tudo, chora por tudo, faz um drama porque os pais viajaram e a deixaram no Natal, nossa, que preguiça da menina. Ela até ficou menos chata  mais para o final, mas aí já tinha tomado birra rs.

O que mais me interessou no livro todo, infelizmente o romance é fraco, foi a livraria! Gente muito amor por essa Strand, que sonho conhecer essa livraria! Para quem não sabe, ela existe, linda e enorme em NY. Como o livro é fofinho e bem escrito, acredito que o público jovem vai gostar bem mais do que eu, ando meio preguiçosa com YA muito infantil. Mais um que indico para as pré-adolescentes! Quem leu me conte o que achou. ^^

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