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Viajando no mundo das cores

Millennium: A rainha do castelo de ar

>>  sexta-feira, 11 de dezembro de 2009


LARSSON, Stieg. A rainha do castelo de ar. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. 688p. (Millennium, V.3).


A rainha do castelo de ar de Stieg Larsson é o terceiro livro da trilogia Millennium. Na melhor série policial dos últimos anos, Larsson fecha com chave de ouro a trilogia e deixa um gostinho de quero mais. Para quem ainda não conhece a trilogia confira as resenhas aqui: Os homens que não amavam as mulheres e A Menina que brincava com fogo.

Sinopse: Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos no mundo, a trilogia Millennium é a mais bem-sucedida série policial dos últimos anos, e já conta com uma versão cinematográfica, prevista para estrear no Brasil ainda este ano. Quer seja tratando da violência contra as mulheres, quer seja enfocando os crimes cometidos por magnatas ou pelo Estado, a saga cumpre sua principal missão: a de envolver o leitor numa história impressionante, cheia de mistérios. Larsson enfoca de modo original as mazelas da sociedade atual - da ciranda financeira ao tráfico de mulheres -, conquistando um lugar único na literatura policial contemporânea.

A escorregadia Lisbeth Salander foi finalmente localizada; após enfrentar o pai Zalachenko e seu irmão Niedermann em uma luta de vida ou morte, encontra-se internada com ferimentos graves e em total isolamento. Mais ao contrário do que todos imaginam a hacker não fica parada e mais do que provar sua inocência ela está a procura de vingança.


Mesmo após se livrar das acusações de assassinatos, Salander ainda será acusada por uma série de crimes e corre o risco de ser internada em um hospital psiquiátrico pelo resto da vida. Exatamente isso é o que planejam alguns membros corruptos da SAPO, interná-la para sempre e abafar um caso que colocaria em risco grande parte da polícia secreta. Um escândalo nunca visto na história da Suécia. Em contramão a este grupo o inspetor Jan Bublanski e a policial Rosa Figuerola começam a acreditar na versão de Mikael e conduzem uma investigação secreta para desmascarar os culpados.


Enquanto isso, Mikael corre muitos perigos enquanto conduz uma investigação paralela para provar a inocência de sua amiga. Agora Lisbeth conta também com vários aliados poderosos: seu ex chefe Dragan, a irmã de Mikael e também sua advogada Annika Giannini, seu ex tutor Roger Palmgren, o Doutor Jonnason e alguns dos melhores hackers do país. Com a ajuda de seus aliados, Lisbeth está prestes a desmascarar um plano sórdido que durantes anos se articulou nos bastidores do Estado Sueco, um complô cuja principal peça é seu pai – um perigoso espião russo que ela já tentou matar. Duas vezes.

Comecei a ler este livro na segunda-feira a noite e terminei a página 686 na quarta-feira de manhã com uma vontade de chorar... não, o livro não é triste, pelo contrário, o terceiro livro é um alívio para toda a raiva e frustração que sentimos no decorrer da história. Tive vontade de chorar porque gostaria muito que não fosse o final, o livro tem tudo para ter uma continuação o que iria acontecer se não fosse a morte precoce do autor. Tem vários pontos do livro que poderiam se desdobrar, alguns detalhes que ficaram em aberto, não atrapalham em nada o final mais que me fizeram pensar em tudo que ainda poderia acontecer.

O que mais posso dizer? Aplausos de pé para a trama perfeita de Larsson que sem dúvida está na minha lista de favoritos e saudade da Salander, uma heroína muito diferente.

"- Quando ela acabou se dando conta que ninguém lhe daria ouvidos, a única saída foi tentar salvar a mãe sendo violenta com Zalachenko. E aí esse canalha que se diz médico - ele apontou para Teleborian - redigiu um diagnóstico psiquiátrico falsificado, declarando-a doente mental, o que lhe permitiu manter Lisbeth imobilizada na Sankt Stefan por trezentas e oitenta noites. Que merda! É o que eu tenho a dizer." Holger Palmgren no julgamento."

"- O bem pode assumir inúmeras facetas - disse Mikael Blomkvist. - Deixe eu lhe explicar uma coisa... estou furioso. Furioso com o Estado, com o governo, com a Sapo e com esses idiotas que internaram sem motivo uma menina de doze anos num hospital psiquiátrico, e depois deram um jeito de declará-la incapaz."

Trilogia Millennium

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