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Viajando no mundo das cores

Viaje com as séries #6 - The Secret Circle

>>  segunda-feira, 7 de maio de 2012

Olá, pessoal. Atualmente está cada vez mais comum livros de sucesso e com potencial virarem produções cinematográficas e também televisivas, temos muitos exemplos por aí. L.J. Smith parece ter um imã para isso, claro que o sucesso da adaptação de TheVampire Diaries também ajudou, e a nova aposta com livros da autora são os que fazem parte de The Secret Circle, a série que vou apresentar para vocês hoje.


The Secret Circle estreou em setembro do ano passado nos Estados Unidos, a série está focada em Cassie Blake, uma jovem aparentemente normal, que vivia feliz na Califórnia com sua mãe, Amelia. Acontece que Amelia morre no que parece ter sido um terrível acidente. Triste e desolada com a perda, Cassie agora vai morar com sua avó, Jane, na cidade de Chance Harbor, em Washington. Cidade em que sua mãe cresceu e da qual fugia a todo custo. Na nova cidade, Cassie observa que praticamente todo mundo reconhece nela sua mãe e estas pessoas sabem muito mais do que ela mesma sobre a vida dela e sobre seu passado.

Na escola, Cassie conhece novas pessoas, entre elas Diana e seu namorado, Adam, além de Nick - que tem um irmão gato que aparece no decorrer da série, Jake -, Faye e Melissa. Um grupo peculiar. Depois de presenciar coisas estranhas, ela descobre através dos novos colegas que é descendente de uma linhagem de poderosas bruxas, assim como eles, e que ela é a peça que faltava para completar a nova geração de um círculo de magia, conhecido como Círculo Secreto. Obviamente ela não acredita em toda essa baboseira, mas Adam a faz reconhecer que ela tem poderes que nem imaginava, sem falar de uma conexão incrível com o namorado de Diana.


No Brasil, The Secret Circle estreou em novembro e é transmitida pela Warner Channel. Bom, o que falar sobre a série que está com a corda no pescoço bem perto do fim da primeira temporada? Eu achei o enredo dela bem interessante, com bruxas, magias, romances e tal. Temos os vilões que, aparentemente, são o pai de Diana e a mãe de Faye – bruxos da geração anterior que tiveram seus poderes retirados após uma confusão os envolvendo. Ela não tem escrúpulos e ele é um pau mandado da melhor qualidade, mas com o passar dos episódios me surpreendeu. Suas maldades envolvem o desejo de ter seus poderes novamente e para isso passam por cima de quem for preciso, seja ele um vovozinho ou adolescentes que não sabem no que estão se metendo. Não posso deixar de comentar que o cabelinho do pai de Diana é uó. Bem estranhinho, mas também mudou com o passar dos episódios. Evolução!

A avó de Cassie é um amor, assim como o pai de Adam, que tem um probleminha com o álcool. E os bruxinhos do círculo são bem diferentes. Diana é doce, compreensiva, a típica boazinha que namora há anos com o mesmo cara. Adam ajuda o pai na lanchonete deles, tenta segurar o consumo de bebidas dele, um filho exemplar. Nick perdeu os pais e vive com a tia na casa em frente a da avó de Cassie, é um mulherengo, um conquistador. Faye herdou os genes maldosos de sua mãe e figura como a malvadona do grupo, ambiciosa e doida por seu poder. Melissa é amiga de Faye para todas as horas, até quando é constantemente chutada. Mas é poderosa e forte. E por fim, temos Cassie, que mostra ser forte, não nega esforços para descobrir mais sobre seus poderes e geralmente se arrepende de algumas coisas que faz. Ela também tem uma afinidade com a magia negra, que herdou de seu pai.

Apesar de o enredo ser legal e as cenas boas, as atuações ruins, principalmente da protagonista, me deixam agoniada. Britt Robertson atua tão mal que faz a Cassie parecer chata na maioria das cenas, eu mal suporto ela. Mas pode ser implicância minha, há quem adore a atriz e sua personagem. Thomas Dekker, não faz um Adam tão ruim, mas seus olhares forçados, principalmente nos primeiros episódios, lembram os de Edward em Crepúsculo. Muito artificial. Acho que ele quer passar a imagem de galã e joga tudo pelo ralo, no entanto, isso melhora com o tempo. Faye - Phoebe Tonkin - e Diana -Shelley Hennig – atuam bastante bem, gosto delas. Só de olhar para Faye e suas caras dá vontade de bater nela, às vezes. Nojenta e se acha.

The Secret Circle é uma série com potencial, pena que a audiência não seja tão boa e que ela possa ser cancelada ainda na temporada de estreia. Eu continuo acompanhando para ver no que vai dar. Ah, não posso esquecer de citar a abertura, aquele “larala…” me dá medo. É uma abertura curtinha, mas bem pensada, que combina com a série. Não posso contar muito mais senão perde a graça, mas posso dizer que a série é cheia de reviravoltas, de mistérios, mortes e muita agitação. Vale a conferida. 

Até aqui, foram exibidos 21 episódios. O episódio 22 fecha a primeira temporada da atração. A CW ainda não revelou nada sobre a renovação ou o cancelamento da série, rola por aí que o anúncio final será dado no dia 17 de maio. Vamos ficar de olho.

Alguém de vocês já leu o livro? Eu ainda não tive a chance, mas a Nanda já resenhou ele aqui, cliquem e confiram.

Informações gerais:
  • Gênero: Drama, sobrenatural, terror.
  • Classificação etária: 12 anos no Brasil.
  • Duração: Aproximadamente 42 minutos.
  • Criadores: Kevin Williamson, Andrew Miller, baseado nos livros de L.J. Smith.
  • Elenco: Britt Robertson, Shelley Hennig, Thomas Dekker, Phoebe Tonkin, Jessica Parker Kennedy, Chris Zylka e Louis Hunter.

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