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A redenção de Gabriel - Sylvain Reynard

>>  sexta-feira, 18 de julho de 2014

REYNARD, Sylvain. A redenção de Gabriel. São Paulo: Editora Arqueiro, 2013. 432p. (Gabriel’s Inferno, v.3). Título original: Gabriel's Redemption.

“– Eu falei a ele que a maior das virtudes não é a caridade; é a esperança. Conheci a caridade com Richard e Grace, mas também com você. E ela me ajudou a atravessar dias muito sombrios. E também descobri a fé, quando estive em Assis. Mas, sem esperança, não estaria aqui. Eu teria dado um fim à minha vida. Sem a intervenção divina na forma de uma adolescente em um pomar na Pensilvânia, eu estaria no Inferno.” p.424

E hoje chego ao final de mais uma trilogia, uma história que surgiu da mistura inacreditável incomum de uma fanfiction de Crepúsculo com a obra A divina comédia. Um romance forte, muitas citações literárias e uma pitada de drama em A redenção de Gabriel do Sylvain Reynard.

Em O inferno de Gabriel conhecemos Julia e Gabriel. Ela, uma moça ingênua, com dificuldades financeiras, um passado atribulado e que sonha em começar de novo e conquistar seu diploma de mestrado. Ele, um professor renomado, rico, cheio de si, mas com um passado sombrio. Os dois logo se sentem atraídos, ele não entende o porquê. Ela fica triste por ele não se lembrar, eles se conheceram há muito tempo quando ela era adolescente e Julia se apaixonou perdidamente.
Em O julgamento de Gabriel eles finalmente se entregaram a paixão, apesar de todas as dificuldades de um relacionamento. Mas o que eles não sabiam, é que Gabriel estava prestes a ser acusado pelo envolvimento com uma aluna. Ao mesmo tempo que ele pode perder seu emprego, Julia pode perder seu diploma. A situação põe em risco não só o futuro, como o relacionamento dos dois.

A resenha contém spoilers se você não leu os volumes anteriores da trilogia.

Julia e Gabriel sofreram muito durante o tempo em que ficaram separados, mas agora, finalmente podem começar a construir uma vida juntos. Depois do escândalo causado por Christa em Toronto, eles se casaram e mudaram para Massachusetts. Enquanto Julia faz doutorado em Havard, Gabriel leciona na Universidade de Boston.

Julia deseja desesperadamente provar seu valor, ela não quer viver a sombra do marido e precisa provar seus talentos como pesquisadora. Claro que Gabriel não aceita bem suas opiniões quando se diferem das dele, e logo os dois tem um grande conflito para resolver. Enquanto isso, Christa não satisfeita, ainda tentará prejudicar o casal.

Ao mesmo tempo, enquanto Gabriel está pronto para ser pai e começar uma família, Julia teme não dar conta da maternidade nesse momento, e prefere focar em seu doutorado. Pensando em ser pai, Gabriel precisa enfrentar seu passado para descobrir o histórico médico dos pais biológicos.

Porém, algo coloca Julia novamente na berlinda, ela precisa decidir como vai conciliar sua carreira com os sonhos do homem que ama.

~~~~~~

Estou me sentindo uma estranha no ninho! Todo mundo ama esta trilogia, fala que sente saudade depois do final, e eu achei este livro um porre (tudo bem que acho que quem não gosta já para logo no primeiro, eu que tenho mania de concluir tudo que começo rs). O segundo já me irritou bastante com a lenga lenga das brigas entre os dois, achei tudo tão repetitivo. E fora que a possessividade de Gabriel me dá nos nervos desde o primeiro livro. Do jeito que ele age, parece que Julia não consegue sobreviver sem ele por um dia. Fico com preguiça dessa dependência afetiva toda.

Inicialmente gostei dos dramas, dos personagens do mal querendo atrapalhar, como a insuportável da Christa (cuja burrice passa dos limites do acreditável) e Simon e Natalie, um projeto de vilões em construção rs. Gosto também da família de Gabriel e do pai da Julia, dos desdobramentos que eles trazem.

Agora o casal em si, eu morro de preguiça dos exageros e das cenas repetidas. São as mesmas brigas, as mesmas inseguranças. Ela é boa demais para ser verdade, ele não consegue se perdoar pelo passado e não merece ser feliz. Os dois conversam, ela mostra que ele é digno de felicidade e perdão, eles ficam bem, aí ele tem outra crise de baixa auto estima e por não merece a Santa Julia ao seu lado. Quem aguenta isso?!

Eu gostei muito do primeiro, mas para mim estas histórias extrapolam o nível do plausível quando viram trilogia. Fico de saco cheio, as cenas de sexo eram tantas e toda hora que eu comecei a pular. E olha que isso não é coisa que gosto de fazer, leio cada linha, até dos livros que eu não tenha gostado. Mas preguiça define, a Julia está “naqueles dias” e ele mal parece que vai sobreviver por míseros 5 dias sem dormir com ela aff.

Apesar de não ter morrido de amores pela trilogia, eu reconheço que os  livros são mais bem escritos que a maioria do gênero, principalmente pelas citações literárias e o dia a dia dos dois como estudiosos de Dante. Enfim, gostei de saber como termina a história e o final mesmo foi bonitinho... mas não releria nem se me pagassem. E o engraçado é que gostei no início, mas fui perdendo a paciência ao longo dos livros. Quem já leu me conte o que achou. E se você não leu, enjoy o momento. :P

Trilogia Gabriel’s Inferno do Sylvain Reynard
  1. O inferno de Gabriel (Gabriel’s Inferno)
  2. O julgamento de Gabriel (Gabriel’s Rapture)
  3. A redenção de Gabriel (Gabriel’s Redemption)

Avaliação (1 a 5): 

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