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E viveram felizes para sempre - Julia Quinn

>>  segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

QUINN, Julia. E viveram felizes para sempre. São Paulo: Editora Arqueiro, 2016. 256p. (Os Bridgertons, v.9). Título original: Happily ever after.

“Você alguma vez já se perguntou o que aconteceu com seus personagens favoritos depois de virar a última página? Ficou querendo um pouco mais do seu romance favorito? Eu já e, pelas minhas conversas com os leitores, sei que não sou a única. Então, após inúmeros pedidos, revisitei os livros da série Os Bridgertons e dei a cada um deles um Segundo epílogo – a história que vem depois da história.”
Julia Quinn

Foram oito romances, oito lindas histórias, cada um tendo como protagonista um dos irmãos da maravilhosa família Bridgerton. A série Os Bridgertons é minha favorita quando se fala em romances de época, e tenho certeza, de que de muitos leitores também. Cada personagem é especial, a mãe deles é um amor de pessoa. Eles juntos é confusão garantida. E a autora resolveu complementar cada um dos livros, escrevendo um segundo epílogo para cada um deles. Esse volume tem todos esses epílogos reunidos em E viveram felizes para sempre da Julia Quinn.

Contém spoilers se você não leu os outros volumes da série.

Oito irmãos e irmãs: Anthony era o mais velho (O visconde que me amava), depois dele vinha Benedict (Um perfeito cavalheiro) e Colin (Os segredos de Colin Bridgerton), Daphne é a mais velha das meninas (O duque e eu), seguida por Eloise (Para Sir Phillip, com amor), Francesca provou que o amor pode acontecer mais de uma vez (O conde enfeitiçado), o irmão mais novo é Gregory (A caminho do altar) e entre as meninas temos Hyacinth a caçula e a mais rebelde (Um beijo inesquecível). Todos eles sobre o olhar atendo da mãe, Violet, uma senhora incrível que ficara viúva muito cedo, quando perdera o marido Edmund e estava ainda grávida da filha mais nova.

E eles renderam muitas histórias. Histórias românticas, divertidas e emocionantes. Umas fizeram rir, outras emocionaram, algumas me fizeram chorar e em outras torci desesperadamente. Cada uma tinha um enredo especial, algo diferente e que mudava tudo. Anthony que acreditava que não viveria mais do que o pai e não queria se casar. Colin que escolhe a mocinha mais improvável e foi de longe meu romance preferido na série. Eloise que foge de casa para encontrar alguém que só conhecia através de cartas. Benedict que encenou um conto de fadas em busca de sua Cinderela. Temos Francesca que foi uma das primeiras a se casar, mas ficou viúva muito cedo e ganha sua segunda chance de ser feliz. E Hyacinth e Gregory, eles que ainda eram crianças inoportunas nos romances dos irmãos, e que agora, ganham sua própria história.

Todas elas tiveram sim final feliz e até epílogos, mas muitos deles ainda deixaram os leitores curiosos... Simon leu as cartas deixadas pelo pai? Francesca e Michael tiveram filhos? O que foi feito dos terríveis enteados de Eloise? Hyacinth finalmente encontrou os diamantes? Como Eloise reagiu ao descobrir o grande segredo de Penelope? E Violet, a mãe mais amada da literatura, como será que foi sua vida?

Cada um deles ganha um novo conto. Alguns contos AINDA me deixaram curiosa. Eu queria um livro inteiro contanto sobre os filhos de Eloise. Fiquei perdida para quantificar os filhos todos e sobrinhos, eram tantas crianças que perdi a conta de quem teve quantos filhos. Sofri junto com Francesca, que via os sobrinhos nascendo sem conseguir engravidar, tendo ainda passado por um aborto muito sofrido. Gregory que quase perde seu grande amor, um dos contos mais tristes. E meu coração partiu com a história de Violet. A série já começa com ela viúva, seu marido morreu os filhos ainda eram todos crianças, mas no conto ela é uma jovem, prestes a conhecer seu grande amor. E pensar que ele iria morrer tão novo, chorei litros de pena deles.

Esse livro é para ser lido depois da série toda, não tem graça ler ele antes ou de forma individual. Foi muito bom rever todos os personagens, até relembrar alguns detalhes que eu já tinha esquecido. Adorei ver o futuro de todos eles, os filhos crescendo, tanta alegria e união. Eu geralmente não curto contos, mas essa leitura foi uma delia. Leiam!

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